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O MILAGRE DO MONSENHOR LEIBENITES DE CASTRO, RETRATADO PELO GÊNIO DA PINTURA RIOPRETENSE, ANTONIO PORTELLA

Publicado segunda-feira, 19 de março de 2018

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O MILAGRE DO MONSENHOR LEIBENITES DE CASTRO, RETRATADO PELO GÊNIO DA PINTURA RIOPRETENSE, ANTONIO PORTELLA”

(Cenas que vivenciei em São José do Rio Preto)

RIO PRETO 166 ANOS

Desde criança, ouvia da boca do Monsenhor Leibenites Cesário de Castro, então pároco da “Catedral de São José”, em todo início das novenas à “Nossa Senhora do Perpétuo Socorro” e ilustrada através das gravuras expostas na antiga igreja, a seguinte história:

Monsenhor Leibenites, nos anos 1950, estava à bordo de um avião na “ponte aérea” Rio/São Paulo, quando, no meio do caminho, aconteceu um incêndio no bagageiro; “uma voz quase chorando vinda da tripulação avisava aos passageiros que apertassem os cinturões; vamos nos jogar no mar. Há incêndio no porão !”. Assim dizia o Monsenhor.

Monsenhor, começou a rezar baixinho e pediu à “Nossa Senhora do Perpétuo Socorro”, que, se tudo acabasse bem, faria novena à ela até o final de sua vida e mais, construiria uma igreja em sua homenagem, até então inexistente em Rio Preto.

Já sem esperanças, o piloto começou a voar baixinho para ir em encontro ao mar, quando de repente, avistou a “Base de Santa Cruz”, no estado do Rio de Janeiro. Aterrissou com sucesso e inexplicavelmente o fogo se apagou. Concluindo seu relato: “um grupo de salvamento o bagageiro abriu. O fogo tinha apagado. Só fumaça que se viu”.

Monsenhor Leibenites Cesário de Castro, faleceu em Rio Preto, no dia 16 de Julho de 2002 aos 86 anos de idade. Construiu o “Santuário do Perpétuo Socorro” em Rio Preto, além da “Capela do Perpétuo Socorro”, no Jardim Monte Carlo. Lá que estão as gravuras do pintor Antonio Portella.

Até seus últimos dias de vida, Monsenhor rezou o terço à santa milagrosa.

Fotos e texto

Toninho Cury

Ilustração: Antonio Portella

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